sábado, 7 de agosto de 2010

Menu Vertical em CSS

Um dos exercícios mais praticados com meus alunos no curso de webdesign é a construção de menus em CSS. Além de trabalhar com vários elementos das folhas de estilo é uma ótima oportunidade de compreendermos melhor a Box Model.
No post de hoje vou ensinar a fazer um menu vertical simples utilizando apenas HTML e CSS.
O motivo de tocar em um tema tão batido como esse é devido aos inúmeros erros que venho vendo em alguns códigos por ai. Na maioria das vezes, são duplicações de informações, declarações sem sentido ou no lugar errado como indicar o width ou o height em todas a variáveis. São erros que deixam o código pesado e podem levar a novas "gambiaras" caso queiram acrescentar algo novo no código como uma imagem rollover.
Para se criar um menu, seja ele vertical ou horizontal, o indicado é utilizar listas não ordenadas, a conhecida <ul>, pois apresenta grande flexibilidade e versatilidade para estilização.
O primeiro passo é criar uma div que emglobe nosso menu e com um id para ser referenciado no CSS, no caso vou utilizar o id="menu". Depois crie uma lista não ordenada com cinco elementos (podem ser quantos elementos você quiser). Veja o código:

<div id="menulateral">
<ul>
<li><a href="#">Home</a></li>
<li><a href="#">A Empresa</a></li>
<li><a href="#">ProdutoA</a></li>
<li><a href="#">ProdutoB</a></li>
<li><a href="#">Contato</a></li>
</ul>
</div>:


Veja o resultado.

- Vamos configurar a largura do menu através da regra width: 150px; que deve ser aplicada tanto na div #menu quanto em #menu ul;
- Vamos retirar os "bullets", que são aqueles marcadores laterais, as bolinhas laterais, através da regra list-style:none; aplicada em #menu li;
- Vamos zerar a margin e o padding que por padrão apresentão valores diferentes dependendo do navegador através das regras margin:0; e padding:0; aplicadas em #menu ul;
- Vamos acrescentar um pequeno espaçamento embaixo de cada <li> para que facilite a vizualição através da regra margin-bottom: 2px; aplicado no elemento #menul li;
- É importante resaltar que essas regras devem ser associadas exatamento aos respectivos elementos para não gerar sobrecarga de código desnecessário, como por exemplo aplicar a definição width: 150px; no elemento #menu li;

#menu {
width: 150px;
}

#menu ul {
width: 150px;
padding: 0px;
margin: 0px;
}

#menu li {
list-style: none;
margin-bottom: 2px;
}


Veja o resultado.

Agora vamos estilizar os links e seus estados.
- Vamos definir a altura de cada elemento através da regra heigth: 25px; e dar uma espaçamento na lateral esquerda através da regra padding: 0 0 0 10px; aplicando ambas no elemento #menu a;
- Vamos acrescentar a regra display: block; no elemento #menu li com a finalidade de fazer com que a troca da cor do fundo seja na extensão toda do elemento <li>;
- As outras regras eu acredito que a maioria já esteja familiarizado como a troca da cor de fundo através do estado "hover" do link;

#menu a {
display: block;
text-decoration: none;
background: #FF9933;
color: #FFFFFF;
height: 25px;
padding: 0 0 0 10px;
}

#menu a:visited {
}

#menu a:hover {
background: #669933;
}


Veja o resultado.

Conclusão:
Utiliza-se o mínimo possível de regras nos elementos <ul> e <li> e prioriza-se a estilização no link. Assim você terá um código limpo, compacto e compatível com os navegadores.
No próximo post irei explicar como fazer um menu horizontal.
Grande abraço a todos e até o próximo post.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Como configurar os registros MX para Google Apps

Foi depois de procurar muito sobre "como configurar os registros MX para Google Apps" e não obter nenhuma resposta satisfatória que resolvi escrever este post. Na verdade encontrei vários sites falando sobre o assunto, mas alguns faltavam dados e outros acabavam me confundindo com tanta informação inútil.
Este post é um mini tutorial de como de como configurar os registros MX para o Google Apps. Se você nunca ouviu falar em Google Apps essas informações não serão úteis para você.
1° Passo: Exclua todo e qualquer registro MX que já exista no seu servidor. Através do link "Edit MX Entry" faça as exclusões.
2° Passo: Agora vamos acrescentar os registros MX que o Google Apps necessita, que são:

Aqui os dados em html para falicitar o colar/copiar:
ASPMX.L.GOOGLE.COM. 10
ALT1.ASPMX.L.GOOGLE.COM. 20
ALT2.ASPMX.L.GOOGLE.COM. 20
ASPMX2.GOOGLEMAIL.COM. 30
ASPMX3.GOOGLEMAIL.COM. 30
ASPMX4.GOOGLEMAIL.COM. 30
ASPMX5.GOOGLEMAIL.COM. 30
Atenção: Você deve incluir os dados como no exemplo abaixo.
- Peça para incluir novas entradas e escreva no primeiro input o domínio do seu site sem "www" e com ponto no final (seu-site.com.br.).
- O TTL é um número padrão; deixe o valor 14400.
- No próximo quadro selecione o tipo MX.
- Após escolher o tipo MX, se abrirão duas entradas: "Priority" e "Hostname or IP".
- Acrescente o primeiro Hostname e sua respectiva prioridade (10 - ASPMX.L.GOOGLE.COM.)
- Repita o processo até acrescentar todos os dados. Veja como deve ficar (clique na imagem para ampliar):

Depois é so mandar salvar e as alterações estarão finalizadas.
Um grande abraço a todos e até o próximo post.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Frames e Google: uma relação nada amistosa

Recentemente criei um site para um cliente que fez a seguinte exigência: que tocasse uma lista de músicas de fundo enquanto o usuário navegasse.
Nos meus projetos em flash, já cansei de usar músicas com um ótimo resultado. Mas nesse caso, o site era em html. Entretanto pensei que não haveria maiores dificuldades para fazer isso no html e comecei a trabalhar. No início acreditava que precisaria apenas implantar o player do windows media player com um lista que tudo estaria resolvido, mas percebi que quando fosse mudar de página a música recomeçaria.
Dois dias pesquisando uma solução e encontrei um exemplo de site que utilizava um sistema de frames para tocar as benditas das músicas. O site dividia a página em dois frames: em um ele colocava o site propriamente dito e em outro um player em flash. Mesmo clicando em qualquer link do frame conteúdo o frame do player continuava tocando ininterrupto. Voilá! Havia encontrado a solução! Eu nunca havia utilizado frames antes, mas decidi copiar a idéia para meu projeto, haja visto que não havia encontrado uma saída melhor.
Três meses depois, minha cliente me liga nervosa dizendo que ninguém encontrava o site dela no Google. Fiz uma pesquisa detalhada e realmente e o site não estava sendo posicionado em nenhuma das palavras chaves. Como nunca havia enfrentado essa reclamação antes, instrui minha cliente a ficar calma e coloquei a culpa no Google, dizendo que as vezes ele podia demorar com o posicionamento.
Passados mais 2 meses, o site não estava nem entre os cem primeiros resultados para as palavras chaves principais. Foi então que resolvi agir e descobrir porque aquilo estava acontecendo. Foi ai que caiu a ficha que talvez fossem os frames que estivessem provocando essa dor de cabeça. E foi pesquisando no próprio Google que minhas suposições foram confirmadas: os frames realmente estavam atrapalhando o posicionamento do site.
Resultado: retirei os frames e coloquei o player numa página a parte que se abre a pedido do usuário atravé de um link no menu. Agora resta saber em quanto tempo o site vai ser listado.
Ficou a lição: Google e Frames não se misturam.
Quem sabe no futuro o tão poderoso site de buscas poça entender melhor os quase esquecidos frames.

Atualização: esse post foi escrito dia 2 de agosto e no dia 8 de agosto o site já estava listado na 3° posição da primeira página. Por mais de quatro meses o site não esteve listado nem entre os 100 primeiros resultados e depois de seis dias já estava na 3° posição. Se tinha alguma dúvida quanto as consequências dos frames quanto a otimização de pesquisa, agora não tenho mais. Grande abraço a todos!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Google domina mercado de buscas no Brasil


De acordo com os institutos de pesquisa StatCounter GlobalStats e Serasa Experian Hitwise, mais de 95% dos usuários de internet no Brasil utilizam o site de busca Google. Esse é um percentual esmagador, haja visto que os maiores concorrentes, Yahoo e Bing, tem um percentual de cerca de 1,5% de participação. A situação praticamente não muda muito no restante do mundo.
O território do Google só é um pouco menor na América do Norte. Lá, a companhia também lidera com folga, mas detém 78,86% do mercado. O Yahoo! fica em segundo, com 11,9%, e o Live Search vem na terceira posição, com 3,8%.
Esses dados são muito importantes para os WebDesigners, pois os ajudam a focar suas estratégias de marketing. O Google tem parâmetros de pesquisa próprios, que devem ser levados em conta na hora de construir um site.
Hoje em dia, com o aumento exponencial de criação de sites, a concorrência também aumentou. É preciso se diferenciar. E se o webdesigner conseguir otimizar o posicionamento do sites de seus clientes nos buscadores, com certeza vai se destacar na hora de apresentar seu serviço.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Livros de Auto-ajuda

Adoro todo tipo de literatura, mas confesso que tenho uma queda pelo gênero de auto-ajuda. Não que eu sofra de algum tipo de doença maníaca depressiva, neurose aguda ou transtorno bipolar (apesar de muitas pessoas acharemm que livros de auto-ajuda servem apenas para quem tem problemas emocionais ou psicológicos).
Para mim, livros de Auto-ajuda são a forma mais rápida de adquirir conhecimentos de vida. São , em suma, relatos de alguém que aprendeu algo sobre alguma coisa da vida e deseja repasar para seus semelhantes esses conhecimentos.
Não que eu não possa aprender sozinho com a vida. Mas com apenas um livro, eu adquiro experiências úteis e poupo anos de tentativas e prováveis decepções. Li uma vez em um livro uma frase que me marcou quanto a esse assunto: "o tempo é o senhor de todos os mestres, mas acaba matando todos os seu discípulos". Quanto antes você começar a investir no seu futuro e a trilhar o caminho correto, mais rápido você vai receber a recompensa. Se você acredita que na vida, você colhe o que planta, comece a plantar agora!
O problema é que não nascemos sabendo tudo que precisamos para fazer um bom plantio. Perdemos muito tempo escolhendo a semente certa. Às vezes plantamos em um lugar inadequado. Erramos "a mão" de água. E no final quando os frutos começam a nascer, percebemos que escolhemos a semente errada!
A vida dificilmente nos dá segundas chances. O tempo passa e não podemos voltar atrás.
Por isso eu indico a todos a lerem pelo menos dois livros de auto-ajuda por ano. Vocês vão se apaixonar pela experiência de poder acelerar seu apredizado referente aos ensinamentos da vida.
Mas comece agora, pois como dizia o grande cantor Cazuza, "O Tempo Não Para".

domingo, 13 de junho de 2010

Filme "A ilha do medo"

Gosto muito de cinema, mas Martin Scorsese sempre foi um ponto de interrogação para mim. Não que eu não goste do trabalho dele, mas a verdade é que conheço muito pouco suas obras.
Acompanho o trabalho de diretores mais "pops", como Steven Spielberg, Quentin Tarantino, Jorge Lucas, Peter Jackson, entre outros. Mas desse Scorsese, não me lembrava de nenhum filme do cara. Mas posso garantir que apartir de agora, o nome Scorsese ficará gravado na memória. Tudo depois que assisti a Ilha do Medo.
Tudo começou de forma despretensiosa, numa noite qualquer que estava sem fazer nada e decidi assistir um filme mais "dark", meio terror/suspense (confesso que não sou muito chegado a filmes de terror). O filme começou e logo me chamou a atenção a qualidade da imagem, os enquadramentos da câmera, o bom figurino e os efeitos especiais (tenho que confessar - novamente- que o fato do protagonista ser Leonardo DiCaprio pesou também).
O olhar sobre o filme já era outro, e já espera ver algo que realmente valesse a pena. E para minha sorte, vi.
Vi um Leonardo DiCapri em uma de suas melhores atuações, vi um roteiro inteligente e bem montado e vi uma direção simplesmente estupenda.
A trilha sonora é um capítulo a parte: me senti como se estivesse vendo tubarão novamente. rsrsrs A trilha sonora foi tão eficiente, que conseguia fazer me sentir com medo quando na tela não passava nada além de uns arbustos!
O roteiro caminha de uma forma tão interessante, criando enigmas bem curiosos, que são solucionados no decorrer do filme de uma maneira fantástica.
Esse é com certeza o melhor filme que assisti em 2010, e indico a todos vê-lo. Entretenimento de qualidade.
Fico por aqui, mas deixo no ar a última frase do filme, que não poderia ser dita por ninguém menos que o astro DiCaprio:
"Ou se vive como um monstro ou se morre como um herói".
Tive a idéia louca de criar um blog.
Mas isso não é novidade: já criei uns sete blogs a uns tempos, mas nenhum vingou. Cada blog tinha um tema diferente, e acho que é por isso que eles não foram para frente. Por isso decidi criar um que juntasse tudo, falasse de todos os temas que gosto, que são muitos, a constar: webdesign, cinema, política, música, administração, desenvolvimento pessoal, literatura,... e mais algumas coisas.
Vou aproveitar para contar um pouquinho sobre mim mesmo. Quem sabe assim, eu não me entendo melhor? rsrsrsr
Pra quem gosta e pra quem não gosta do "Lucas", acredito que esse vai ser um passatempo bem agradável.
Desde já agradeço a todos que se juntarem nessa caminhada.
Abraços a todos.